- ainda gosto de aprofundar a ideia, de uma conversa, de uma conferência-dançada (falo tudo que falava no ano passado, fazendo uma sequencia de movimentos sem parar? junto com a ideia de projeções no chão? reverter a maneira de ver coisas q parecem óbvias?
- acho que tenho q reler o livro "Querido Público"
- voltar a ver os cartoons de Juanjo Saez - perceber o que gosto lá.www.juanjosaez.com
domingo, 20 de maio de 2012
o que fica de 2011
all you need is love
o trabalho é, na verdade, para selecionar namorados:
perguntas para identificar os candidatos
encontro
jantar
posso ir à tua casa?
ideias idiotas que talvez tenham sentido...
ps: acho que não vai dar pra fugir de ter, outra vez, um trabalho que precisa de camisetas.
ps2: eu e filipe saíamos com as camisetas e registramos o que acontece.
ps: acho que não vai dar pra fugir de ter, outra vez, um trabalho que precisa de camisetas.
ps2: eu e filipe saíamos com as camisetas e registramos o que acontece.
várias ideias soltas
imagens projetadas a partir do teto –
num linóleo branco – as imagens das pessoas
trabalho da jana – fotos móveis
tecer as referências do público
escolher o público
queremos fazer um encontro
criar condições para que as pessoas
vejam o que querem ver
como prepara o público para voltar
um workshop para o público?
Encontros?
Comer juntos?
Caminhar juntos ao teatro?
decisão consciente de participar do
processo de formação de um grupo temporário
Jochen Gerz – dar visibilidade ao
rosto das pessoas, guardar a memória do rosto de um outro
gosto de várias cenas muito pequenas...
gosto de várias cenas muito pequenas...
Relações com o projeto Trepadeira
Quero que a proposta da estufa (Projeto
Trepadeira/SP: junho 2012) tenha relação com HELP! I need somebody
ser o outro
projeto da banquinha de troca de
identidades
du fukushima:
“Estou no constante trabalho de
deixar de lado o meu sujeito ( DU) enquanto danço. No cansaço quero
ser o cansaço. Boto no mundo e tento retirar o EU....já não
importa mais minhas razões pessoais, meus desejos, vontades e
etc....Meu trabalho é transformar meu corpo em outra coisa que já
não é apenas Eu e meu.”
mais...
O encontro inicial com cada pessoa do público (ou com parte delas) poderia se dar no momento da compra do ingresso. O ingresso seria vendido antecipadamente e eu teria uma mesa ou uma salinha para receber as pessoas no momento da compra. Uma possibilidade: ao comprar o ingresso o espectador vem receber comigo as instruções de onde o trabalho começaria (um ponto de encontro, um trajeto).
Outra ideia: deixaria um problema a ser solucionado e receberia um passaporte que dá direito a assistir ao trabalho (a cor do passaporte pode variar de acordo com o problema/tipo de problema).
Não sei o que fazer com o tal problema...quem sabe quando ela deixa um problema, ela pode ser convidado a sugerir uma solução para um problema alheio deixado anteriormente...como eu torno essas soluções públicas?
E se, no momento da performance, cada pessoa recebe uma espécie de biscoito chinês, com a solução indicada para o seu problema dentro? Mas, e daí? Isso produz algo? Tem consequências? De que forma?
De algum jeito gosto de esperar o público em algum local público com uma placa: HELP! I need somebody
Por que nos encontramos fora do espaço cênico? Como vamos até lá? Que fazemos no percurso?referência: we are here to help
vou a tua casa
quinta-feira, 17 de maio de 2012
colaboração filipe - envio de referências
1a referência enviada por Filipe em 15.05.2012
Quando a fé move montanhas - Francis Alÿs
Já tinha visto esse documentário e já conhecia o projeto. Mas revi e me deixei impactar pela força do projeto outra vez.
Por que 500 voluntários decidem participar da ideia de mover uma duna? Como esse artista chega a estas pessoas? Como explica/compartilha o projeto com elas? O que as move?
A imagem e o evento são impressionantes.
Eles estão juntando o nada ao lugar algum. Se unem para fazer algo aparentemente inútil. A força do coletivo. Deixar de ser um, eu, sujeito. Ser 500.
Me vem a imagem de encontrar o público em algum ponto. Um grupo que se desloca até o teatro. Uma massa. A força de uma quantidade expressiva de pessoas é gigante.
Espetáculo passeata? Pensando nos movimentos de ocupação.
- Que tal marcar um ponto de encontro onde as pessoas encontramos "guias do espetáculo" através da faixa HELP! I need somebody. Todos vão "em passeata". Como? Por que? O que acontece no caminho?
Duas imagens escolhidas um tanto aleatoriamente...
- Que tal marcar um ponto de encontro onde as pessoas encontramos "guias do espetáculo" através da faixa HELP! I need somebody. Todos vão "em passeata". Como? Por que? O que acontece no caminho?
Duas imagens escolhidas um tanto aleatoriamente...
terça-feira, 15 de maio de 2012
maio 2012
ideias vagas para reiniciar:
- Selecionar o público - fazer um contato anterior, visitar o público. Filipe: o público sinta-se escolhido, pré-selecionado. Criar uma rede.
Algo muda se o público tiver alguma relação comigo/me conhecer antes?
- Fotografar, catalogar, criar uma identidade para o público.
- Como é essa visita? Para que?
Servir algo ao público? Preparar o caminho? Dar instruções?
Que tal seria buscar o público em casa? Ir fazendo o trabalho no caminho e apenas finalizar no teatro?
- A ideia da visita tem a ver com pesquisar o que o público quer? Voltar ao mote de agradar, fazer o que cada um quer/espera? (agora parece meio tonto...)
É preciso visitar todo mundo do público? Seria interessante dar a entender que todos foram visitados e alguns sentem como se fosse o único q não recebeu a visita...
É possível criar essa sensação de rede ou grupo apenas visitando alguns?
- Eu potencialmente sou...todo mundo é potencialmente tudo. Uma potência que pode nunca se realizar.
- Estética do Fiasco (livro citado na palestra do Bourriaud). Pensar no fracasso como elemento. O público reclama do que eu faço...
10.05.2012
- O trabalho dirigido pelas opções de X pessoas do público. Ex: Entro e digo - Esse trabalho vai durar 17 minutos porque o João disse que qualquer coisa acima de 20 min é insuportável.E sigo com uma descrição a partir das indicações do público.
13.05.2012
- Veio uma vontade de quebrar a tendência a muita fala, a muitos elementos, muitas coisas. Me ocorreu a cerimônia do chá dos japoneses. Não sei por que. Apenas uma ideia de simplificar. Ir à casa do outro servir um chá. (vi o processo do Vestígios em vídeo e gosto do sintético, do "simples" do trabalho)
- Outra ideia: o caminho que leva até o outro. O caminho do outro até mim. Retomar um interesse por mapas, percursos.
O que ainda gosto das ideias antigas:
- servir comida ou bebida ao público. cuidar do bem-estar do público.
- fazer uma foto conjunta do público.
- produzir algum material/imagem a partir de um encontro prévio com o público.
Não sei se pensar num " espetáculo de auto-ajuda" pode levar a algum caminho...
O que ainda gosto das ideias antigas:
- servir comida ou bebida ao público. cuidar do bem-estar do público.
- fazer uma foto conjunta do público.
- produzir algum material/imagem a partir de um encontro prévio com o público.
Não sei se pensar num " espetáculo de auto-ajuda" pode levar a algum caminho...
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