quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Núcleo – existe papel??

papel e dobras – modificar as projeções pelas dobras no papel

cortar tirinhas para desmontar a projeção

projetar no branco, projetar no preto

kirigami
gosto da ideia de desfazer – montar algo que aparece no final parece muito didático


núcleo- imagens/fotos

tirar fotos 3x4 do público de costas
cabine de fotos
uma linha na rua para tirar fotos de todos

diagrama/ linhas de errância/ rizomas com as fotos – como expor, formar, sem ser didático ou hierárquico nas relações do público? Retirar adesivos que vão criando caminhos no chão. Ter várias camadas superpostas. Fazer isto com papéis. Adesivos ou na própria projeção?

mapa do público como rizoma ou linhas de errância (deligny)
será q precisamos representar exatamente como se formou esta rede de público ou podemos propor com esta cartografia uma outra coisa??


a fita de moebius e o caminhando de lygia clark podem ser ótimos para pensar o rizoma entre as pessoas!

Projeções que mudam de dimensão...começam grandes e vão diminuindo como que entrando na tela

Projeções 3 D que giram para que possam ser vistas 3D pelos 3 lados da plateia

algumas ideias depois de ter visto a Expo william kentridge:

1- experimentar diferentes disposições das fotos 3x4 de costas. fotos se movem e não necessariamente coincidem com os rizomas que vão se formando. acho q pode ser bonito se as imagens se misturam com filmagens de objetos concretos: bolinhos de isopor que se movem, raízes, plantas, água escorrendo... 

2- fica fascinante a ideia de fazer tudo p/b. inclusive, ter uma projeção de quadrado/retângulo preto no papel branco ou parede branca.



núcleo conhecer o público

O público se forma pela iniciativa de alguns que telefonam para se inscrever.
De 1 a 5 pessoas iniciam redes/rizomas
O trabalho começa quando uma pessoa decide ir.
Como é este diálogo no telefone?
Quais as regras para funcionamento, perguntas e respostas?
Como criar confiança de modo que cada pessoa me indique e repasse o telefone de outras três?
Como se estabelece um contrato com o público?
O que acontece se alguém não decide se vai na hora do telefonema?

Tarefa: Criar algumas simulações de diálogos – regras e interesses










quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

nuvem


é isso! Tão belo e ”simples” quanto uma nuvem no meio da sala.
Imagem-presente do trabalho do Berndnaut Smilde vindo das mãos da Clarissa.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

fótons gêmeos

Pensando no início de HELP! e no texto a ser ouvido nos fones.


Achei um trabalho do Francis Alÿs que também dialoga com isso, chamado Guards. Achei muito bonita a ideia de que as pessoas tem rotas diferentes e precisam se encontrar.

Será que elas poderiam levar mapas nas mãos com diferentes possibilidades de roteiros? Será que elas poderiam ter placas nas mãos indicando HELP! (quando quisessem atraiar alguém ou indicar que fazem parte do espetáculo levantariam a placa?)

Uma dúvida que tenho é até que ponto as pessoas precisam ouvir algo sobre o "experimento quântico". Se ele simplesmente se faz e eu não preciso teorizar sobre ele, me parece muito melhor.

Mas o que elas ouvem então nos fones? Gosto, sem dúvida, dessa ideia de algo a ser ouvido ao "pé do ouvido", mas não uma aula de física. Algo tipo: "estudei para fazer este trabalho". Manter a ideia de instruções? Só me interessa a física como possibilidade poética: o desdobramento de si, o público como partículas que se afetam mutuamente.
A multiplicação de placas HELP! I need somebody pelas ruas me parece tão bonito! (pode ser um programa do espetáculo que pode se desdobrar e funcionar como uma placa se vc precisa de ajuda para descobrir os outros!).

 

Também achei esse texto sobre os fótons gêmeos e o Luiz Davidovich:
 fótons gêmeos e luiz davidovich

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

NADA

Esta semana (Em Casa Branca no workshop da Vera Mantero)  pareceu o NADA , a INUTILIDADE.
Marina Sarmiento me contou sobre a conferência sobre o nada de John Cage.
Achei a tradução de Augusto de Campos.conferência sobre o nada - excerto

Imagens:

branco
gelo - corpo sobre o gelo
nuvem
bolinha de isopor
sal grosso
papel branco (amasado, dobrado e desdobrado)
imagens de gente (fotos 3x4) de costas

vazio-nada- inútil

(me veio esta imagem do trabalho da Rivane Nuenschwander que voltei a ver no Inhotim)