sexta-feira, 18 de março de 2011
gillian wearing - fonte de inspiração
“Signs that say what you want them to say and not Signs that say what someone else wants you to say,” shows people chosen at random on the street photographed with a piece of paper that has something that that particular person wanted stated.
retomando
- o público e o artista importam-se com o outro? (O outro presente na platéia, o outro artista, o outro obra).
- O artista percebe o outro na construção de sua obra? Uma pessoa do público vê a outra com quem partilha o mesmo espaço?
AGRADAMOS A TODOS OS GÊNEROS (MICA na porta do teatro)
- Agradar, oferecer conforto. Oferecer água. No capítulo anterior a performer deixava o público no desconforto, sem saber se conseguiriam ou não um ingresso para o espetáculo...desta vez, fará o possível para que todos sintam-se cômodos. Vou fazer o que sei fazer melhor: dançar.
- Explicar o processo de pedido de ajuda. Funcionamento das placas, disposição do público.
- Pedir que escrevam em placas como sentem agora.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
oficina janez jansa
Qual a situação das pessoas?
Há gente na fila esperando?
Como se divide o falar e o ouvir?
Em que lugar as pessoas deixam os depoimentos? Onde fica e o que forma o “confessionário”? Lugar onde se vê quem depõe ou lugar que esconde quem depõe?
Como peço os depoimentos? Estou lá? Há instruções no papel? Placas?
Perguntas: Sobre o que? O lembrar, o esquecer? O conteúdo importa?
Dou dica de que as memórias podem ser ficcionais? O que eu me lembro? O que eu invento? O que eu transformo?
É sério? É irônico?
É o compartilhar?
Não estou interessada necessariamente em momentos emocionantes...piegas, programa de tv.
Cuidado com “o show do eu”(ver Paula Sibilia, Sophie Calle).
Por que o público gostaria de se expor? Por que não então se expor num reality show?
Como fazer as pessoas confiarem?
Não posso desagradar ao público? Ser provocativa, irônica, doce, criar empatia...qual é o lugar do trabalho?
Onde estou no trabalho?
Enquanto o público espera pode estar ouvindo o que aconteceu no episódio anterior.
Quero que ouçam os depoimentos ao vivo?
Qualquer depoimento interessa?
É interessante escutar os depoimentos ao vivo já na fila?
A obra é a fila?
Como o público é preparado, aquecido para entrar numa situação?
Há um assunto específico para estas memórias? Morte, amor, relacionamento, perda, segredo, desejo.
Quero misturar o que quero lembrar com o que quero esquecer? Assim, evitar o julgamento de valor da memória boa e da ruim?
É importante que a situação seja aberta, transparente? Acho que siiiim.
Não me vejo fazendo truque, trapaceando, escondendo.
Há uma ironia possível entre o real e a ficção. A memória construída, inventada
Todos ouvem a mesma coisa nos fones?
Há canais diferentes? Há música?
É possível modificar as vozes para que não sejam reconhecidas.
Kieslowski – personagens que se cruzam nos filmes. Num filme estão no mesmo bar, mas não se falam. Em outro se relacionam. Em outro apenas pegam o mesmo barco.-
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
forca
terça-feira, 28 de setembro de 2010
processo e escrita
Organização proposta na apresentação dos trabalhos de Cristina Ribas:
Ação
Premissa
Tarefa
Pergunta
Tenho pensado muito em estratégias de organização do pensamento. Em escritas que não engessem processos.
Então, achei a escrita da Cristina muito interessante.
Como arquivar o próprio processo??
Cristina Ribas está em
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Rancière
A escuta é uma questão de espaço ou de tempo?
"O cidadão diz Aristóteles, é aquele que toma parte no fato de governar e ser governado. Mas uma outra forma de partilha precede esse tomar parte: aquela que determina os que tomam parte...Os artesãos, diz Platão, não podem participar das coisas comuns porque eles não têm tempo para se dedicar a outra coisa que não seja o seu trabalho. Eles não podem estar em outro lugar porque o trabalho não espera...Assim, ter esta ou aquela 'ocupação' define competências ou incompetências para o comum. Define o fato de ser ou não visível num espaço comum... A política ocupa-se do que se vê e do que se pode dizer sobre o que é visto, de quem tem competência para ver e qualidade para dizer, das propriedades do espaço e dos possíveis do tempo."
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
continuando
- potência da experiência que se dá no coletivo
- inversão do uso do dispositivo
- a voz do espectador
- que tipo de situação me predispõe a ouvir o outro?
- A 1a idéia é estar em grupo e propiciar proximidade.
- Eu existo na situação? Quem sou eu?
- Criar imagens a partir de todos os corpos?
- Meu corpo cria / dança a partir dos outros corpos?
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